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Artigo 1) Da Tecnologia à Pedagogia dos Multiletramentos: em
busca de uma integração conceitual.
Pág. 26
Artigo 2) Adotando uma perspectiva conceitual sobre letramento
e Alfabetização
. Pág. 46.

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Educação Matemática e Língua Portuguesa no Ensino Fundamental: letramentos, transições e abordagens metodológicas.

O artigo investiga de que forma se dá a transição discente da Educação Infantil ao Ensino Fundamental, pontuando as metodologias ativas e as atividades lúdicas na relação ensino-aprendizagem, e imprimindo como as práticas empregadas se relacionam com as tarefas colaborativas e com a construção da cidadania. Essa pesquisa quali-quantitativa busca se aproximar da formação continuada docente, pronunciando-se com ações metodológicas e contextuais que articulam o diálogo e a coordenação interdisciplinar entre duas áreas do conhecimento, a Matemática e a Língua Portuguesa. A abordagem alude ao papel das escolas e dos professores junto aos letramentos, trazendo articulações da Base Nacional Comum Curricular, dos Parâmetros Curriculares Nacionais, e levantando discussões sobre as práticas pedagógicas nesse processo de transição. Mais que coletar dados, entrevistas e encadear a aplicabilidade da formação, essa pesquisa propõe um Plano de Aula que estimule a ludicidade como recurso metodológico e aponte o desenvolvimento criativo da criança.

+ Trabalho Completo (em Língua Portuguesa)


Da Tecnologia à Pedagogia dos Multiletramentos: em busca de uma integração conceitual

Tendo em vista que a ubiquidade das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) firma um novo ethos que reconfigura a relação ensino-aprendizagem no campo da Educação e de suas inter-relações Comunicacionais e Linguísticas, o objetivo deste trabalho é estabelecer um entendimento basilar do conceito de tecnologia, promovendo uma abordagem contextualizada que convirja às dimensões pedagógicas dos (multi)letramentos. Para tanto, desenvolve-se uma discussão sobre os interesses econômicos na educação e a respeito do pensamento crítico em contexto, perpassando pela alfabetização tradicional, letramentos, novos letramentos, letramentos digitais e multiletramentos, com o intuito de buscar um alicerce conceitual entre as Tecnologias e a Pedagogia dos Multiletramentos. Surgem então os questionamentos: é possível fazer um esclarecimento sobre o que é a tecnologia? E sobre a pedagogia que envolve os multiletramentos? Além disso, como seus conceitos se integram proficuamente? Com base nessas questões, os “contextos” emergem durante as buscas conceituais e se tornam o pivô deste trabalho. Destarte, os olhares macro e microcósmicos são reiterados na elaboração desse desenho etimológico, e isso pode contribuir para que haja o fortalecimento de um cenário sociopedagógico que promova relações críticas e colaborativas enfáticas às multiplicidades linguísticas e culturais dos aprendizes, além de uma profícua formação cidadã dos sujeitos. Para tanto, fundamenta-se, principalmente, em Paulo Freire, Neil Selwyn, Mary Kalantzis, Bill Cope, Petrilson Pinheiro, Pierre Bourdieu, Pascual Perez Paredes, Miguel Zapata Ros, Adilson Citelli e Glaucia da Silva Brito, além dos estudos da New London Group (NLG). Diante da importância de se encontrar uma solução que integre os conceitos dispostos, o trabalho busca levar às escolas as discussões sobre as Tecnologias, assim como pensar em práticas sociais colaborativas; tais atividades se apresentam como uma ferramenta educativa que desconstrói a individualidade alimentada pelo estado econômico atual, além de fortalecer a base pedagógica junto à Aprendizagem Ubíqua discente. A intenção última do trabalho talvez seja, justamente, se afastar de uma postura laudatória junto às tecnologias na educação, sugerindo a possibilidade de investigações e debates acadêmicos epistemológicos que motivem tais reflexões a partir de um olhar contextual e amplo.

+ CADERNO DE RESUMOS – UNICAMP – Multiletramentos, Hipermídia e Ensino
(Artigo completo no prelo – em breve o link estará aqui)

Portinari e as crianças: ludicidade e narrativas no ensino de artes

A releitura de obras de arte potencializa nas crianças o desenvolvimento da linguagem, a criação de narrativas e a formação de identidades histórico-sociais. O objetivo deste projeto é contribuir para que os alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental possam ter uma atividade lúdica completa, interdisciplinar, que envolva releituras, a contação de histórias e, como cerne, conheçam o pintor e artista plástico brasileiro Cândido Portinari. Há discussões sobre o papel da arte como um objeto de conhecimento, onde os alunos dialogam com os artistas; e também sobre a história da educação no Brasil, no que se refere à Escola Renovada e à Contemporânea. Evidencia-se que, frente ao isolamento social, as propostas foram elaboradas para serem aplicadas em espaços não formais, por isso, são conceituadas as tecnologias digitais da informação e da comunicação e também há orientações para que as intervenções sejam feitas à distância, fora do ambiente escolar. O projeto traz instruções para a realização da atividade chamada “Era uma vez um Candinho”, oferecendo uma aprendizagem recreativa e significativa. São sugeridos vídeos, textos, obras de arte e métodos para se estimular a contação de histórias; é um compilado que busca proporcionar uma boa interação entre pais e filhos. Foram realizadas cinco atividades, e os resultados mostraram eficiência dos colaboradores e uma efetiva participação discente.

+ PESQUISA COMPLETA (em Língua Portuguesa)